
Estelle trabalha como crítica de arte freelancer em Londres e começou a levar o filho a todas as exposições que freqüentava. "Freddie sempre esteve exposto às artes visuais e acho que isso influenciou a vontade de pintar", esclarece a mãe.
Para ela, apesar de as pinturas do filho estarem acima da média para crianças de dois anos, ele não entende que está fazendo arte. "Ele só quer bagunçar, fazer sujeira, não sabe que está criando, mas demonstra bastante habilidade".
Apesar do sucesso, Estelle afirma que a decisão de continuar pintando deve partir do próprio Freddie. "Ele é só um menino de dois anos. Até agora ele está pedindo para pintar, e será ele que irá determinar se será artista ou não", afirma a mãe.