sexta-feira, 14 de março de 2008

Melhor tinto do ano é português

Syrah é o nome do vinho da Casa Ermelinda Feitas, de Palmela, eleito pelos enólogos franceses como omelhor tinto de 2008.
O vinho Syrah, da Casa Ermelinda Freitas, de Palmela, foi eleita pelos enólogos franceses do Vinailes Internacionales 2008 como o melhor tinto de 2008. A concurso estavam mais de três mil vinhos de 36 países. Nesta competição, que se realizou em Paris, os três milhares de vinhos concorrentes são apreciados através de uma prova cega levada a cabo pelos
mais conceituados enólogos franceses, adiantava a edição on-line de quarta-feira do semanário Sol. O tinto vencedor, oriundo da Casa Ermelinda Freitas, sediada na aldeia de Fernando Pó, em Palmela, junta-se assim a outros galardões alcançados por esta adega familiar fundada em1920.

quarta-feira, 12 de março de 2008

ABC DO BACO

Decifrando um rótulo
O rótulo é uma carta de apresentação do vinho. Entender o que ele diz é fundamental na hora de escolher o que comprar e beber. O quadro abaixo mostra quais são, e onde estão, estas informações.
Verifique ainda se no contra-rótulo há indicações complementares que descrevam certas características do vinho, como: sabores e aromas encontrados, pratos que harmonizam com aquela garrafa e se foi envelhecido em barril de carvalho.
Denominações de qualidade
Criada na França, as denominações de origem existem para proteger e legislar sobre os vinhos de áreas delimitadas. Um vinho só pode exibir o título de denominação de origem controlada em seu rótulo se seguir uma série de regras: áreas de produção, variedade de uvas permitidas, rendimento máximo da uva por hectare, grau mínimo de álcool, sistema de vinificação, sistema de poda e plantio dos vinhedos e exigências de envelhecimento. Passam ainda por análises químicas e testes de degustação. Na França, em geral, é proibido aos vinhos de origem controlada incluir a variedade da uva no rótulo
A tabela abaixo relaciona os quatro níveis de classificação de denominações de qualidade adotadas em cinco países da comunidade européia.
Níveis de classificação de denominações de qualidade

(1) Outros indicativos dos rótulos franceses
CRU BOURGEOIS - são Châteaux de Bordeaux de uma notoriedade menor que os grands crus. No Médoc, distinguem-se os crus bourgeois e crus bourgeois supérieurs.
CRU CLASSÉ – classificação estabelecida em 1855, posteriormente revisada e ampliada, que indica que o vinho está entre os 61 melhores de Bordeaux. É chamada classificação do Médoc.
PREMIER CRU - designação dos Châteaux Lafite, Haut-Brion, Latour, Margaux e Mouton na classificação de Médoc de 1855 (revista em 1973 para incluir o Château Mouton).
MISEN BOUTEILLE AU CHATEAU/DOMAINE/À LA PROPRIETÉ – Vinho francês engarrafado na propriedade – indicativo de qualidade e individualidade
(2) Outros indicativos de vinhos italianos
SUPERTOSCANOS – vinhos de mesa de alta qualidade feitos a partir de uvas não nativas e novos barris de carvalho
RISERVA (ou Riserva Speciale) - vinhos italianos DOC envelhecidos por determinado número de anos. São vinhos de qualidade superior.
CLÁSSICO - Usado para definir zonas de longa tradição dentro de uma D.O.C. (exemplo: Chianti Classico, Orivieto Classico ).
SUPERIORE – em geral indica um vinho de qualidade superior
(3) Outros indicativos de vinhos espanhóis
CRIANZA RESERVA E GRAN-RESERVA - são termos que indicam, em ordem ascendente, o tempo de envelhecimento de vinhos espanhóis da região da Rioja e Ribeira del Ouro no carvalho e na garrafa.
CRIANZA – 2 anos: 1 no barril e 1 na garrafaRESERVA – 3 anos: 1 no barril e 2 na garrafa
GRAN-RESERVA – 5 anos: 2 no barril e 3 na garrafa
(4) Outros indicativos de vinhos alemães
Os vinhos QmP têm seis níveis, baseados em graus crescentes de amadurecimento das uvas com as quais são produzidos:
KABINETT (reserva) – uvas de colheita normal (baixo teor de álcool, pouco encorpado e seco)
SPÄTLESSE (colheita tardia) - uvas plenamente amadurecidas (alto nível de acidez, seco com o toque de doçura)
AUSLESSE (colheita selecionada) – uvas muito maduras, cachos selecionados
BA - BEERENAUSLESE (colheita de bagos selecionados) – raros e caros, usam uvas afetadas
pela Botrytis cinerea (podridão nobre)
TBA – TROCKENBEE REBAUSLESE (colheita de bagos secos selecionados) – ricos, mais doces e também os mais caros vinhos alemães
EISWEIN (vinho de gelo) – uvas congeladas e muito maduras.Quanto à doçura, eles podem ser:
TROCKEN – muito seco (mais de 9 gramas de açúcar residual por litro)
HALBTROKEN – meio-seco (menos de 18 gramas de açúcar por litro)
(5) Outros indicativos de vinhos portugueses
GARRAFEIRA – em Portugal indica um vinho de qualidade elevada. Também significa adega e um tipo de vinho do Porto raro.
Outros países
Apesar de não existir nada parecido com as Appellation d’Origine Contrôlée em outros países, alguns têm uma legislação que delimita seus vinhos por região. Nos Estados Unidos criou-se o conceito de AVA (área de viticultura americana). São 140, distribuídas em 5 grandes regiões e Estados produtores. No Chile o sistema de denominação divide o país em três áreas: Aconcágua (ao norte, que inclui Casablanca); Vale Central ao meio (mais importante e está dividida em Maipo, Rapel e Maule) e Bío-Bío (incluindo Nuble e Chillan). Na Austrália a divisão por região exige maior conhecimento geográfico do país, mas ajuda saber que nos vinhos de corte deste país a uva que aparece na frente no rótulo é a predominante. Assim, um Cabernet Sauvignon/Shiraz indica que há mais Cabernet do que Shiraz na composição da bebida.
Brasil.
No Brasil os vinhos comuns são denominados de Mesa, aqueles elaborados com uvas da européias nobres (Vitis vinífera) são chamados de Vinhos Finos. A partir de 2002 os vinhos finos elaborados nas regiões demarcadas do Vale dos Vinhedos exibem um selo de indicação de procedência. Outras regiões vinícolas como Campanha, na fronteira com o Uruguai, e Vale do São Francisco, no Nodeste brasileiro, também estão se estruturando para criar uma denominação de procedência que garantam a qualidade de seu produto.





segunda-feira, 10 de março de 2008

Stacey Kent inicia no Porto pequena série de concertos

Aclamada cantora de jazz traz ao vivo a Portugal o seu mais recente e bem sucedido trabalho discográfico, intitulado “Breakfast on The Morning Tram”

Dela se diz que tem o carisma de Billie Holiday e Ella Fitzgerad, para além da voz mais iluminada e cristalina da cena jazz internacional. Senhores e senhoras, Stacey Kent está de volta a Portugal para uma série de concertos, o primeiro dos quais tem lugar já esta noite na Casa daMúsica.
Consigo, a cantora de origem nova-iorquina, que estudou e viveu parte da vida em Paris e hoje se encontra radicada em Londres, traz o seu mais recente trabalho discográfico, Breakfast on the Morning Tram, best-seller de vendas em que se inclui uma selecção de canções francesas,vários standards e, pela primeira vez, quatro originais feito à sua medida. O escritorKazuo Ishiguro, vencedor de um Booker Prize por Os Despojos do Dia, assina as letras e o marido de Stacey, o saxofonista e produtor Jim Tomlinson, as músicas.

(POR:ANA FILIPA BALTAZAR)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Anish kapoor

Anish Kapoor

Escultor indiano, Anish Kapoor nasceu em 1954 e é um artista internacionalmente reconhecido e um dos mais influentes escultores da sua geração. Descendente de judeus iraquianos e de indianos, viveu na Índia e em Israel antes de se estabelecer definitivamente em Londres, em 1973, começando os seus estudos na Hornsey School of Art . Mais tarde, em 1977, transfere-se para a Chelsea School of Art , também em Londres, onde termina os seus estudos em 1978. A sua primeira exposição realizou-se na Galeria Patrice Alexandre, em Paris, em 1980. Mas foi a partir da exposição na Walker Art Gallery , Liverpool, em 1982, que o trabalho de Anish Kapoor começou a ganhar reconhecimento internacional. Começou a sua produção artística, ainda na Índia, através da pintura, influenciado por artistas como Jackson Pollock, mas cedo a abandonou escolhendo a escultura. Apesar disso, a relação entre pintura e escultura está patente na sua obra. Já nos seus primeiros trabalhos usa a tridimensionalidade para explorar os princípios de superfícies e da visão ilusória que é característica da pintura cobrindo formas, feitas de materiais leves, como meias esferas, cones, pirâmides ou paralelepípedos com pigmento branco, vermelho, amarelo e azul. A escolha de usar cores primárias lembra a pintura, assim como o pigmento, que questiona a tridimensionalidade e a densidade das formas fazendo toda a superfície vibrar. A direcção do seu trabalho alterou-se quando, no final da década de 1980, se muda para um estúdio num rés-do-chão e começa a trabalhar materiais como a pedra e o metal, seleccionando cuidadosamente os materiais pelo seu peso, volume e qualidades reflexivas, fazendo esculturas com superfícies côncavas e convexas, pequenos vazios ou cortes geométricos. São peças grosseiramente talhadas de formas grandes e abstractas, geométricas e orgânicas; algumas são polidas outras permanecem cruas, como se acabadas de sair do cinzel. Uma escultura de Anish Kapoor, que pode ser um bloco de pedra escavado e forrado com pigmento negro ou polido de modo a formar reflexos estranhos e distorcidos, certamente desperta os sentidos através das suas cores brilhantes e grandes formas. As suas esculturas evocam o sublime e provocam uma resposta intensa, tanto espiritual como física. O seu trabalho centra-se na relação das formas e na tensão entre o positivo e o negativo, a luz e a sombra, o material e o imaterial. De facto, em Anish Kapoor, temos de falar de dualidade e não de oposição, isto é, não existe conflito nas diferenças mas sim pares que se juntam e criam algo mais, como o vácuo e a plenitude, o todo e o nada, a aparência e o ser que unem e dão à luz, dão vida. Em 1987, o San Francisco Museum of Modern Art incluiu Kapoor na exposição "A Quiet Revolution: British Sculpture Since 1965", que passou pelos quatro museus norte-americanos. O seu trabalho já foi exposto em todo o mundo e está presente nas maiores colecções de arte internacionais, entre as quais a do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e a do Hara Museum em Tóquio. As suas exposições individuais incluem locais como Baltic Center for Contemporary Art , Gateshead; CAPC Musée d'art contemporain de Bordeaux; Centro Galego de Arte Contemporanea , Santiago de Compostela; Hayward Gallery , London; Schirn Kunsthalle , Frankfurt; Fondazione Prada , Milão; e DePont Foundation , Tilburg. Em 1990 representou a Inglaterra na 44.a edição da Bienal de Veneza ganhando o Prémio Duemila. Logo no ano seguinte foi-lhe atribuído o prestigiante Turner Prize . (in infopédia)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Bem que podíamos ter umas Câmaras assim



24 Horas de Poesia» arrancam em Santo Tirso


«Ofícios de Poeta» é tema da edição deste ano das «24 Horas de Poesia», iniciativa que arranca hoje e se prolonga até 21 de Março, em Santo Tirso. O evento, este ano na sua quinta edição, constitui uma das bandeiras culturais de Santo Tirso, a par do Festival Internacional de Guitarra e do Simpósio de Esculturas ao Ar Livre. A iniciativa é promovida anualmente pela Câmara de Santo Tirso com o objectivo de “dar uma expressão festiva à poesia, fazendo-a parte da vida do concelho, tirando-a dos lugares convencionais para o espaço público - a rua, os cafés, jardins, bares, discotecas, escolas, farmácias e outras lojas de comércio”. O programa de «A poesia está na rua» compreende recitais de poesia e música em locais públicos, lançamentos de livros, encontros e debates.
O poeta homenageado este ano é António Osório, numa cerimónia que terá lugar a 15 de Março, véspera do encerramento. Natural de Setúbal, António Osório estreou-se como poeta na década de 70, apesar de já em 1954 colaborar com a revista «Anteu».Foi bastonário da Ordem dos Advogados entre 1984 e 1986, administrador da Comissão Portuguesa da Fundação Europeia da Cultura e presidente da Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente. O seu primeiro livro, “A Raiz Afectuosa”, foi publicado em 1972. Até ao final da iniciativa, e de acordo com o tema do ano, estará patente no edifício dos Paços do Concelho uma mostra intitulada «Indícios de Ofícios», constituída por várias máquinas, equipamentos e objectos utilizados nas mais variadas profissões.Muitos destes aparelhos e equipamentos foram cedidos por particulares mas também por algumas instituições que colaboraram com a autarquia na organização desta iniciativa. No domingo, dia 16 de Março, decorre a apresentação do livro «Dádiva», uma obra que compila todos os textos e poemas escritos aquando da 4ª edição da «Poesia está na Rua» pelos vários poetas enclausurados em conventos e mosteiros.Em 2007 o tema foi a «Fé na Poesia», com a singularidade de alguns poetas terem aceitado permanecer em clausura durante uma semana em conventos e mosteiros de Santo Tirso, sendo Tolentino Mendonça o poeta homenageado. «Dádiva» é a compilação dos trabalhos escritos por esses poetas na clausura. (in o primeiro de janeiro)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Peço licença ao Djinho para apresentar este poema magnifico, que teve uma portentosa interpretação. ( para houvir a musica vai a http://sondisantiagu.blogspot.com/).
Ha um ano e tal que ando a houvir este album, que é simplemente agrégio, sublime. Aconselho.

"Os corações só conheçem um dever: o de amar."


BU ENCANTU- Música e Letra:

  • Djinho Barbosa (Tema pa Maêzinha)


Bu encantusta scritu
nun gota di luz
um raiu…
di ternura frágil
má firmi na sangra um lagrima
más xintidu
mudjer…
fetu di um pó misticu
um fibra di alma azul
criadu na linha di tempu
bensuadu pa um vaga di amor.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O mundo visto a cores

A loja de departamentos Harrods, em Londres, exibe entre os dias 4 e 28 de fevereiro obras do artista italiano Guido Daniele, conhecido por usar mãos humanas como tela para pintar figuras de animais.


  • Representantes de museus e especialistas em arte europeus se dizem preocupados com a situação do Masp e pedem uma ação urgente do poder público para resolver a crise.
    Curador-chefe no departamento de Artes Gráficas do Museu Louvre, Régis-Michel é enfático em sua opinião. "A situação é catastrófica porque pode prejudicar a reputação das instituições culturais em São Paulo que são, com freqüência, dinâmicas e prestigiosas.



  • Dois quadros de Pablo Picasso foram roubados de uma exposição no centro cultural de Pfaffikon, no cantão suíço de Schwyz, informou a polícia local, segundo a qual os ladrões não foram ainda capturados As pinturas a óleo roubadas - Tête de cheval (1962) e Verre et pichet (1944) - tinham sido emprestadas para a exposição pelo Museu Sprengel de Hanover (Alemanha).
    O furto ocorreu quarta-feira, a hora ainda não determinada, depois de os larápios terem conseguido entrar, «de maneira misteriosa», no local, referiu a polícia cantonal num comunicado. Esta não é a primeira vez que obras do artista espanhol são roubadas na Suíça. Várias o foram desde 1980 particularmente na galeria de arte Bollag de Zurique. O roubo mais espectacular ocorreu em 1994, quando um suíço e quatro italianos, mais tarde condenados a quatro e cinco anos de prisão, deitaram a mão a sete quadros, que acabariam por ser recuperados pelo galerista Max Bollag graças a um intermediário.


  • A pintora portuguesa Paula Rêgo acaba de estabelecer um novo recorde mundial para uma obra sua. O quadro ‘The Lesson’, um pastel sobre cartão com 170x150 centímetros, foi vendido em Londres por 596 881 euros.







  • Os curadores do Museu do Louvre revelaram que a Monalisa «é uma obra frágil» devido ao aparecimento de uma fissura detectada recentemente na obra prima de Leonardo da Vinci.Um estudo realizado pela Universidade de Poitiers, na França, revelou a existência de uma «curvatura» de 12 milímetros no suporte de madeira da Mona Lisa que poderia «aumentar caso não seja tomada atenção». Libertada da sua moldura, o suporte da obra de da Vinci «apresenta uma zona de fragilidade que atravessa o quadro, partindo do olho direito e até à parte de baixo», explicou à agência ANSA Fabrice Bremand, um dos membros do Laboratório de Mecânica dos Sólidos da Universidade de Poitiers. «Se um dia a fissura se propagar, o quadro poderá dividir-se em dois», acrescentou. As causas da fissura podem estar em mudanças bruscas da temperatura, a retirada da pintura da vitrine que a protegia ou a simples remoção da moldura.

  • Tríptico 1974-1977, de Francis Bacon, foi vendido na quarta-feira por mais de 26 milhões de libras (quase 35 milhões de euros) mas não estabeleceu um novo recorde para uma pintura irlandesa ou britânica em leilão. A marca continua, assim, a pertencer ao mesmo Bacon, por Estudo do Inocente X, vendida no ano passado pela casa Christie's, em Nova Iorque, por apenas mais 215 mil euros. A peça, a que mais atenções concentrou no leilão de arte do pós-guerra e contemporânea, foi assinada por Francis Bacon em resposta à morte de George Dyer em 1971, que se suicidou no quarto de hotel que os dois partilhavam em Paris (na véspera da última retrospectiva de Bacon na capital francesa).Entre as vendas mais destacadas da Christie's conta-se também Zwei Liebespaare, de Gerhard Richter (quase dez milhões de euros), Concetto spaziale, Attesa, de Lucio Fontana (nove milhões) e Palm Springs Jump, com a assinatura de Jean-Michel Basquiat (que chegou aos 8,7 milhões de euros).

  • Top 10 nos leilões de Londres
    Nos dias 4 e 5 de Fevereiro a Christie's e a Sotheby's totalizaram em Londres cerca de €295 milhões nos seus leilões de Arte Moderna e Impressionista, sendo a lista que se segue as 10 obras mais bem vendidas. http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/235040


  • Arte contemporânea contra a Sida. Um quadro de Jeff Koon pode valer um milhão de euros. Outro, de Takashi Murakami tem um custo estimado de 600 mil euros.As duas obras integram uma exposição, promovida por Bono, para financiar a luta contra a SIDA, em África.Damien Hirst, que ajudou Bono na organização, também contribuiu com um quadro que recupera um título dos Beatles, bem sujestivo: "All you need is love".São mais de 60 artistas, entre eles, Jasper Johns, Tracey Emin e Anthony Gormley.
    Deixo aqui um endereço que acredito ser útil, informação 24h: http://www.tvtuga.com/component/option,com_wrapper/Itemid,186/

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Praia sem arvore de natal tem outra pinta




DAF 75.240 6X2
Numero ref. 47547
15.400 EUR (23.100 USD)
+31 413 371 100


Um natal com menos luz na capital( o que já é difícil), Praia teria outra pinta.
Mas é tudo questão de gestão de prioridades.
Todas esta trapalhada daria uns 20 ou 30 apanha lixo destes.




DAF 75.240 6X2
Numero ref. 47687
13.400 EUR (20.100 USD)

+31 413 371 100


Se calhar temos que começar a pagar formação, em gestão e administração do dinheiro publico, aos nossos representantes

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

A arte preferida de Picasso


As obras de que Pablo Picasso mais gostava entre as várias da sua colecção pessoal, estão em exposição no Museu Picasso, em Barcelona. Entre as 120 peças que pertenceram ao pintor- e que foram herdadas pelo Estado francês- estão 43 obras de Renoir, Cézanne, Matisse, Degas, Dalí e Miró, para alem de 20 peças de arte africana. Também há fotografias de Henri Cartier-Bresson, Robert-Capa e do Húngaro Brassai, que serviam de para alimentara imagiação do espanhol. o seu pintor preferido era Henri Rousseau. Segundo o comissário da exposição, Picasso viajava sempre com um pequeno auto-retrato do pintor francês.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Mente Brilhante- Joana Vasconcelos

Quando a mente brilha, projecta algo excepcional, algo que de tão boçal que é, as mentes menos sumptuosas não conseguem extrair a opulência que vivem nelas.



(escultura feita com tachos, panelas e testos)


" De personalidade forte e extrovertida, Joana passeia-se de trotineta pelo armazém da Fundição de Oeiras, onde trabalha diariamente nas suas obras. Já foi segurança de uma discoteca, também já praticou artes marciais. Agora, com 33 anos e uma gargalhada aberta, procura apenas afirmar-se como artista.



(A Noiva)
Gravatas, tampões, talheres de plástico, faróis de automóvel ou estatuetas da Nossa Senhora de Fátima, tudo pode ser um ponto de partida para a obra desta artista plástica. Reciclando objectos da sociedade de consumo contemporânea, Joana cria jogos irónicos e críticos da actualidade.


A Noiva, obra emblemática de Joana Vasconcelos, é um lustre com 4,7 metros de altura, feito com 14 mil tampões. A obra assenta na fusão de dois símbolos de ostentação burguesa: o lustre e a noiva – «a mulher transformada em bibelot», esclarece a artista". in fora de linha
(Sofá com tabletes de aspirina)